Conselho de Amiga!

#Desembaranga2012

Publicado por: totafuturo em: janeiro 22, 2012

Oi gente!

Então, esse post é para contar sobre o meu novo “projeto”, que resolvi compartilhar no blog. É o Desembaranga 2012. A questão é que eu dei uma “embarangada” em 2011 sabe? Engordei, cortei o cabelo curto demais e depois não conseguia lidar com ele, comecei a usar mil coisas para a pele e no fundo nenhuma delas estava certa, enfim…

Não sou, nem tenho nenhuma ambição de ser uma blogueira de beleza. É só pra compartilhar mesmo, dividir, contar um pouco.

E aí, quem topa entrar no projeto Desembaranga 2012??

Até amanhã!

 

Olá 2012!

Publicado por: totafuturo em: janeiro 20, 2012

Oi gente! Tô meio atrasada pra desejar feliz ano novo né? Mas tá valendo!

E aí, quais as resoluções de ano novo? Estão cumprindo?

As minhas resoluções sempre são mais complexas do que apenas, sei lá, parar de fumar. Geralmente resoluções de ano novo seguem um padrão né? Tem umas populares, do tipo:

1. Emagrecer (não, infelizmente o revellion não funciona como uma cirurgia de redução de estômago e no ano seguinte você continua tendo fome)

2. Malhar (e não vale considerar pular 7 ondinhas como exercício!)

3. Ganhar dinheiro (pode comer lentilha até virar uma, ou passar a virada de amarelo ouro que essa é a mais difícil de se concretizar)

4. Parar de fumar (por essa você vai sofrer pelo resto da vida, mas né, ninguém mandou começar)

Mas na verdade, acho que deveria haver uma reavaliação das resoluções de ano novo. Que tal, ser menos chato? Menos cri cri? Que tal enxergar além do bom mocismo e ver que há muito mais por aí que protestos e cagações de regras nas redes sociais?

Vamos falar de assuntos que estão em voga nessa semana, por exemplo:

Que tal se preocupar com algo mais relevante, como terapia, ao invés de se preocupar com a audiência do BBB? Felizmente, a existência ou não dos reality shows na programação televisiva do Brasil, não vai melhorar ou piorar a situação do país. Eu não assisto BBB pra ficar mais inteligente e sinceramente não me sinto menos burra depois que desligo a televisão. Se você se sente mais burro sinto afirmar que você tem sérios problemas de personalidade.

E a Luiza no Canadá? Se você não viu graça, ótimo, fica na sua. Mas não rende discurso. Não desenrola tese porque ninguém merece. Já falei sobre isso aqui, e estragar a brincadeira de quem tá se divertindo é um dos sinais mais vivos da falta de educação.

Enfim, aderir ao dicurso pronto do contra também é burrice. Ler a Piauí não te faz inteligente (apesar de poucos entenderem os textos daquela revista, admito).

Então gente, como diria aquela campanha da Trident que eu gosto muito, vamos rir mais e julgar menos! Vamos respeitar mais e impôr menos! Vamos realizar mais e exigir menos! Vamos respirar mais e reclamar menos!

Sou totalmente contra o conformismo assim como sou totalmente contra o exagero.

E que venha 2012!

Besos!

 

Nunca é como a gente imagina…

Publicado por: totafuturo em: dezembro 21, 2011

Nunca é como a gente imagina, não é mesmo?

O final do ano tá aí. Na verdade, pela data atual, já estamos praticamente no novo ano.

E aí, sem trocadilhos, foi bom pra você? Foi ruim? Ou será que engloba mais que uma definição?

O ser humano tem uma característica incrível, porque por mais que você bata a cabeça por conta dessa característica, ela continua presente, entra ano, sai ano, entra semana, sai semana, enfim… O fato é que NUNCA é como a gente imagina. Pode ser melhor, pode ser pior ou apenas diferente, mas não como a gente imagina.

E aí como lidar? Deixar de sonhar ou mesmo de imaginar ou então, pros mais práticos, de definir “metas” só porque a queda pode ser maior depois? Como viver sem expectativas? Sem almejar? Já falei sobre isso aqui e volto à dizer: o problema é que às vezes os nossos “sonhos” e “metas” nos impedem de ver o que há de bom ao nosso redor. Mas e quando o que há de bom ao nosso redor já não é suficiente? E quando você se dá conta de que nada, nada realmente é seu? Talvez seja por isso que algumas pessoas são tão apegadas às memórias, porque elas de fato são a única coisa que realmente nos pertence. E ainda bem, nossa memória é seletiva e logo logo a queda não terá parecido tão alta assim.

“Keep breathing”, “continue respirando”, é uma das minhas frases favoritas. E no fim de tudo, Zeca Pagodinho pode realmente ser considerado o grande filósofo dos nossos tempos: “deixa a vida me levar”, porque afinal é isso que ela faz mesmo. Ficar procurando os ou O erro de nada adianta de vez em quando, porque às vezes não há erro.

Desculpem não terminar o ano de forma bem humorada. Final de qualquer coisa sempre me deixa melancólica mas logo vem o mar e varre todas as coisas deixando apenas a sensação de “ah, mas isso foi em 2011″…

Let’s hope so.

 

A irmã do meio

Publicado por: totafuturo em: novembro 11, 2011

Há tempos que estou para escrever esse post, mas achava que palavras não seriam suficientes para demonstrar o que sinto, portanto, encarem como um simples relato e não uma declaração.

Em 2008 eu tive um insight e, desiludida com a minha antiga profissão, resolvi fazer uma faculdade. O curso escolhido foi jornalismo, pois sempre me identifiquei com a profissão apesar de na época só ter uma visão superficial.

Tive que respirar fundo muitas vezes, porque nunca é fácil recomeçar apesar da empolgação inicial que novas oportunidades oferecem. Então com 24 anos recém completos, imaginei que seria difícil lidar com os meus colegas de classe, na sua maioria mais novos do que eu como se idade fosse sinônimo de experiência. É e não é. Também achei que seria difícil (e foi) encarar o “primeiro emprego” e a vida de estagiário enquanto todos os seus amigos estavam começando a deslanchar na carreira. Na verdade até eu duvidava que poderia chegar ao final.

O fato é que, como tudo na vida, não podia imaginar o que estava por vir. Não podia imaginar que, além de matérias, ganharia também lições de vida.

Ao longo desses 4 anos aprendi mais do que ser jornalista ou comunicadora. No começo, achava que teria muito a dividir com a minha “vasta” experiência. Considerava aquele pequeno grupo de meninas (que com o tempo foi crescendo) minhas irmãs mais novas. E são. O sentimento que surgiu, o carinho, o cuidado, o zelo, foi de uma irmã mais velha para com uma irmã mais nova. Mas me enganei, e não foi pouco, ao achar que não seria uma relação de troca.

Ah, a “irmã mais nova” me mostrou tanta coisa! Me mostrou que é possível ser firme e doce, atenta e solícita, e sempre salvar a todos com o seu caderno “de ouro”. Me mostrou que caráter é opção, que é possível enfrentar todas as dificuldades do mundo de braços abertos e com um sorriso no rosto, que é possível admirar sem invejar e que qualidades tão especiais podem vir em dose dupla! Me mostrou que existem “meninas mulheres” de salto alto, cheias de coisas divertidas para dizer, com paixonites repentinas de menina e responsabilidade de mulher feita. Quem diz que o cachorro é o ser mais leal que há, é porque não conhece essas meninas mulheres. Me mostrou que há bondade e inocência no ser humano, que em meio aos problemas se importa em saber se você acha que ela está errada.

Também descobri que é possível mudar de opinião e nem sempre a primeira impressão é a que fica. Um belo dia você pode descobrir que aquela pessoa com cara de invocada, que parecia mal humorada, é na verdade uma das pessoas mais incríveis e amigas que você já viu, sempre pronta a ajudar e disposta a divertir. E que uma outra pessoa, também baixinha e invocada, mas carismática até dizer chega, é tão “rompe ferro, corta vento” que invade a sua vida e ocupa um lugar no seu coração logo na primeira conversa na mesa de bar.

Às vezes você lamenta. Lamenta não ter conhecido antes a menina discreta com coração de ouro, que sabe guardar segredos e muitas vezes e o porto seguro de todas as outras, sempre tão falantes. Por falar em falantes, aprende que ouvir é essencial e que em meio a tantas palavras aquela pessoa pode ter muitas coisas importantes a dizer. Aprende a olhar de perto e a não julgar a menina bonita e vaidosa. Vê que por trás daquela aparência, há muitos sentimentos e aprende a confiar em quem de fato confia em você.

Tudo fica ainda mais legal quando além de ter uma irmã mais nova, você tem um irmão mais velho. Aquele que desperta a admiração de todas por seus inúmeros conhecimentos, que é sempre o primeiro da lista quando alguém tem uma dúvida sobre qualquer assunto. Aquele amigo fiel com jeito bonachão de cachorro labrador sempre à postos. Aquele irmão que parece ter saído de um gibi de tão divertido e interessante que é. Aquele mais calado, que gosta de carros, mas sempre com paciência para ouvir a gritaria da mulherada e as reclamações alheias. Aquele com espírito de líder e charme de menino que une as pessoas.

Enfim, já me prolonguei demais e sabia que isso aconteceria. E olha que só falei dos irmãos, nem cheguei nos primos ainda! O fato é que há 4 anos eu era uma pessoa diferente. Certamente eu, a irmã do meio, a irmã mais nova que também é mulher, e o irmão mais velho que também é menino, somos diferentes agora. E não consigo ver como seríamos piores. Passamos a “infância” juntos e agora estamos chegando na adolescência das nossas carreiras e, porque não dizer, da vida.

É fato que agora pode ser que o irmão mais velho vá fazer um intercâmbio e que a irmã mais nova arrume um namoradinho que tome mais a atenção dela do que você. Mas não importa…

Acredito que só ganhamos e fico ansiosa para acompanhar tudo o que será das nossas vidas após uma infância tão intensa. Não vejo a hora de ver a irmã crescer e aparecer (ainda mais!) e o irmão ganhar o mundo.

Boa sorte para todos nós!

* Peço desculpas a quem não entendeu, mas esse post foi totalmente “piada interna”, e piada interna não se explica.

Músicas que marcaram a nossa adolescência amorosa

Publicado por: totafuturo em: outubro 13, 2011

Hello!!!

Sumiço longo né? É! E isso não vai continuar assim por um tempinho infelizmente. Não tá “FACEO” não meu povo.
Mas o fato é o seguinte. Ontem estava num bar com alguns amigos e o assunto estava MEGA interessante. Basicamente falávamos sobre as desventuras amorosas de uma fase tão florida da nossa vida: a adolescência. Foi aí que uma amiga citou um música, que ouvia over and over again ao terminar com um namoradinho. Daí a ideia: “Músicas que acompanharam a nossa adolescência amorosa”. Duvido que você nunca tenha ouvido/sofrido/se empolgado com alguma das músicas abaixo:

1. Don’t Speak – No Doubt: Foi a música citada pela amiga. Quem nunca cantou com força e se identificou com a Gwen Stefani e sua dor de amor por um outro integrante da banda?

2. More than Words – Extreme: Lembro que quando surgiu essa história de baixar música na internet, essa foi uma das primeiras que baixei. E ouvia over and over again. Fora que a introdução era tema recorrente nas rodinhas de violão (Clotildes REPROVA!). Uma outra amiga contou que ficou com trauma da música, porque um garoto apaixonado da escola, sentava na carteira de trás e ficava cantando essa música para ela (vergonha alheia adolescente define).


3. Because you loved me – Céline Dion: Mas meeeeeeeeeeeeeeeeu Deooooosssssss… Quem nunca sofreu com qualquer música da Céline Dion? Quem nunca achou que Céline seria a última voz que você ouviria em vida porque certamente ia morrer, preferia morrer, a viver com essa desilusão?

4. O Vento – Jota Quest- Sabe que eu acho que o meu “nojinho” de Jota Quest começou com essa música, porque antes eu curtia Jota Quest e inclusive gostava dessa música. Mas aconteceu que eu tenho uma super amiga que, numa dessas paixonites adolescentes, ouvia tanto essa música, mas tanto, que se toda vez que ela ouvisse essa música Eike Batista perdesse um centavo, certamente hoje em dia ele estaria devendo até pra mim.

5. You Oughta Know – Alanis Morisette: Olha, de todas as citadas, eu assumo que ESSA foi uma que me marcou. Porque eu cantava com tanto afinco, com tanto ódio, com tanta verdade, que dava até medo. Fora que eu cheguei numa fase de colocar FRASE POR FRASE, a cada dia, no nick do MSN. Hahahaha….

6. Believe – Cher: Olha, eu sempre AMEI a Cher, mas ontem uma amiga comentou que também ouvia MUITO essa música após uma “desilusão” amorosa. Era pra cantar na balada, acompanhada das amigas, como se fosse a maior das ofensas pro dito cujo.

7. It`s not Righ but it`s OK – Whitney Houston
: Outra que era pra fase de recuperação. Rolava até coreografia na Krypton. Era a hora de seduzir again. hahaha…

8. Proibida Pra Mim – Charlie Brown Jr. :
Quem nunca? Quem nunca se envolveu com um pé de chinelo que tinha A pegada mas que você não podia NEM PENSAR em apresentar pro seu pai? E que banda ele adorava ouvir? E que música ele cantava pra você? Então…

9. I Want you to Want Me – Cheap Trik: Olha, quem tem entre 25 e 29 anos como eu, pode amar Curtindo a Vida Adoidado. Mas filme da NOSSA adolescência foi “10 Coisas que eu Odeio em você” que tinha essa música na trilha. Esse sim era filme que marcávamos de assistir no cinema depois comer rodízio de pizza no shopping.

10. Kiss Me – Sixpence None The Richer:
Você também pode AMAR Barrados no Baile, mas série da minha adolescência foi Dawson’s Creek (apesar que eu não gostava muito…). Apesar de ser “sacal”, a série lançou um hit atrás do outro e essa música certamente fazia as menininhas sonharem.

E aí? Quais as músicas que marcaram a sua adolescência? Vamos compartilhar e relembrar minha gente!!!!!

Quem sabe em 2015 eu apareço novamente.

Besos!

Corram! Os valores estão invertidos!

Publicado por: totafuturo em: agosto 4, 2011

Que o mundo esta ficando cada vez mais chato, nao e’ novidade para ninguém. Mas de quem e’ a culpa?

Veja bem, na minha opinião nao e’ apenas uma questão que envolve o poder publico. Envolve cada um de nos. Começando na “base da pirâmide” nos, a população, os normais, estamos conquistando uma vida cada vez mais medíocre. E’ só reparar na quantidade de pessoas que, nas redes sociais, comemoram a chegada da sexta-feira. Eu sempre me pego pensando, o que na vida dessas pessoas esta tão errado a ponto delas viverem comemorando a chegada do final de semana em que poderão finalmente gastar o seu rico, suado e sem sentido dinheirinho enfrentando filas, preços abusivos e a falta de
educação de outras pessoas que também acham que merecem curtir o seu tão esperado final de semana porque também são
medíocres e nao fazem nada que tenha sentido para elas durante a semana. E para que? Para um dia, poder entrar nessas mesmas redes sociais e postar “brinquedinho novo, enviado via iPhone ou via iPad”.

E o casamento gay? E o “Dia do Orgulho” heterossexual? Aí se
esconde política do pão e circo. Nas frases feitas das pessoas dizendo que isso e’ um absurdo e que os valores estão invertidos. De fato os valores estão invertidos. Ou perdidos. Porque nos importamos tanto com causas muitas vezes medíocres, buscando nos agarrar em algo, que seja num mero “Churrasco de Gente Diferenciada” ou nos mais diversos eventos criados no Facebook, de tão perdidos que estamos.

A tal da politica do pão e circo só ganhou com a velocidade
da internet e a importância das redes sociais. Porque, com os valores perdidos, achamos mais grave o fato de aprovarem e reconhecerem a união homossexual, do que com a palhaçada que acontece em Brasília ou nos poderes estaduais e municipais. “Ah, e’ fo** político rouba mesmo. A politica e’ nesse pais e’ absurda”. E encaramos isso com normalidade. Apáticos. E voltamos a discutir com veemência a a barriga do Ronaldo enquanto queimava as coxas de ferias em Ibiza.
Porque isso sim que e’ absurdo. Imagina! E o Corinthians nao ter uma Libertadores então? Isso e’ totalmente inaceitável!

E aí, acontecimentos que de fato deveriam ser encarados com repulsa pela sociedade, vão passando… E passando… E passando…

Sim, concordo, os valores estão tão invertidos quanto a
nossa imagem no espelho. E nao e’ porque agora, homossexuais podem se casar.

Sent from my iPad

Clô e os alter egos

Publicado por: totafuturo em: julho 12, 2011

Oi gente!!!

Estou prometendo um post novo há décadas e nunca consigo me organizar… Estou super empenhada na assessoria (by the way, acompanhem também o blog da Única Press).

A Clô não também anda meio sumida. Da última vez que ela apareceu, descobriu que também DETESTA trenzinho e músicas nostalgia de criança anos 80. Ah, coisa besta, ficar com o a mão no ombrinho do outro. Faz sentido né, porque trenzinho envolve algo que a Clô não curte muito: contato físico. Pior ainda se rolar um contato físico com estranhos.

Semana passada a Clô foi se benzer pq a situação tava feia. Para chegar na senhora que benzia rolou o seguinte diálogo:

Clô – Como nós vamos? De táxi né?
Assistente pessoal e importantíssima na vida da Clô – Nãaaao, vamos de ônibus! É pertinho!
Clô – Você tá louca né? Já não estou bem espiritualmente, se for de ônibus vou sair de lá cheia de EXU!

Sabe que nessas de realmente dar uma forma à Clô, meu alter ego, percebi que é algo de família. Minha mãe também tem um alter ego. É a Selma. Por vezes ela também se transforma na Glorinha Faliu. Preciso apresentar a Glorinha aqui, ela é ótima!

Se dependesse de mim, os pacientes de psicólogos/psiquiatras ficariam bem restritos. É só jogar todos os seus problemas e chatisses no seu alter ego e pronto! Ele lida com tudo*!

E vocês? Tem um “alter ego”?

Besos e até mais!

 

Update: estou tentando mudar o layout enquanto eu não tomo vergonha pra investir nisso de forma correta…

Vergonha….

Publicado por: totafuturo em: junho 28, 2011

…De mim!

O último post foi no dia 09 de Maio gente, que isso?!?!?!?

Prometo que pensarei em algo pra postar amanhã, ok?

Enquanto isso deixo vocês com uma foto do Wilsão, meu companheiro do feriado:

Empregos que eu gostaria de ter…

Publicado por: totafuturo em: maio 30, 2011

Hellowwww!

Voltei, ou ao menos estou tentando! Realmente MUITA coisa tem acontecido e eu não tenho tido tempo nem de ser criativa. Daí nessas de trabalhar e trabalhar AND trabalhar, me pensei pensando em trabalhos que eu gostaria de ter, a NADA envolve trabalhar no Google ok? São muito simples:

1. Figurante de festa/musical de filme americano - Já pensou que legal? O máximo que você tem que fazer é ficar segurando o seu big copo de plástico vermelho, dançando uma música que não existe e fazendo cara de “ó que horror” quando acontece algum bafão ou gritar “UHU” quando o bafão é tipo o protagonista dançando nu em cima da mesa… Musical é a mesma coisa. Que delícia sair dançando no meio do nada, não é mesmo? Adoro. Sempre faço. Mas nunca dá certo…

2. Rainha de bateria -
Não é uma delícia? Você passa o ano inteiro só fazendo drenagem, modeladora, lipostabil (shiu! não pode mais!), e etc… Daí chega o Carnaval (tá, um pouco antes do Caraval vai…) você surge bela e linda, anima o povo, dá pinta no TV Fama, faz um ensaio sensual, garante as permutas pro resto do ano e é isso!!!! Sensacional!!! Eu queria.



Vivi Araújo – CEO das Rainhas de Bateria

3. Jurada do Ídolos (ou do American Idol e tal…) – Juro, a minha maior frustração em não ser cantora ou empresária da área musical é saber que eu JAMAIS poderei ser jurada do Ídolos. Mas sabe, eu nem ia julgar. Só ia rir e falar “OOH GOOOD”…

4. Vilã – Ser vilã de novela, mas na vida real. E contar todo o meu plano malígno antes de finalizá-lo.



5. Bispa
- E pregar na minha igreja gigantesca toda trabalhada no ouro e no vestido imitando pele de cobra.

6. Diva aposentada - Riquíssima. E poder ficar em plena terça-feira à tarde, vestida com um robe de seda e plumas, com aqueles chinelinhos de salto e pluminhas, e uma champagne na mão falando “Ooooh, aonde estão meus barbitúuuuricos”. E meu único compromisso seria ir ao cirurgião plástico em busca da juventude.

Tá vendo gente? Pena que não existem faculdades ou cursos preparatórios para isso.

Little time off…

Publicado por: totafuturo em: maio 9, 2011

Hellowwwws….

Tô sumida né? Não que alguém se importe, mas enfim.

Quando eu sumo é porque as coisas estão corridas. Muito trabalho, curso, correria, chá bar de amigos queridos e tudo mais. Tá difícil!

Mas já estou com um novo texto preparado que devo postar amanhã. Com tantas coisas, juro que falta um pouco de tempo para se inspirar!

Volto essa semana, juro!

Besos!

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